"Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
estas ficarão."
(Calos Drummond de Andrade)
Como saber o que permanecerá na sua vida? Como prever
o que você tem que afastar logo de você porque um dia
vai te fazer mal? É, sinto me informar, mas não tem como
saber, não tem como prever, não tem. É a chamada 'dança
das horas'; é o duradouro dentro do efêmero.
Algum dia, eu li em algum lugar: 'Ver e sentir as coisas como
elas são, passageiras'. Né? Here I go!
Juliana dos Anjos.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Passado é propulsão.
terça-feira, 3 de junho de 2008
músicas falam por mim! (:
I'm not saying it was your fault
Although you could have done more.
Oh you're so naive yet so.
How could this be done?
Your such a smiling sweetheart
Oh and your sweet and pretty face
In such an ugly way
Something so beautiful
That everytime I look inside
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
I may say it was your fault
Cause I know you could have done more
Oh you're so naive yet so
Just don't let me down.
(Lily Allen)
Although you could have done more.
Oh you're so naive yet so.
How could this be done?
Your such a smiling sweetheart
Oh and your sweet and pretty face
In such an ugly way
Something so beautiful
That everytime I look inside
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
I may say it was your fault
Cause I know you could have done more
Oh you're so naive yet so
Just don't let me down.
(Lily Allen)
domingo, 1 de junho de 2008
Como pode ser?!
Infelizmente, eu tenho a triste mania de confiar nas pessoas. Sim, antes de tudo, eu confio nelas. E, como sou simpática, a aproximação é quase instantânea, feito miojo. Mas é miojo de requeijão, aquele ruim, nojento e falso demais. Então, o resultado acaba sendo uma indisposição daquelas. Ou seja: dá merda. Always.
domingo, 25 de maio de 2008
...
Saber desistir. Abandonar ou não abandonar – esta é muitas vezes a questão para um jogador. A arte de abandonar não é ensinada a ninguém. E está longe de ser rara a situação angustiosa em que devo decidir se há algum sentido em prosseguir jogando. Serei capaz de abandonar nobremente? Ou sou daqueles que prosseguem teimosamente esperando que aconteça alguma coisa?
Eu não quero apostar corrida comigo mesma. Um fato.
Eu não quero apostar corrida comigo mesma. Um fato.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Minha vez!
Quem cansou do assunto sobre a morte da menina Isabella Nardoni levante a mão. Cansei mesmo e creio que eu não seja a única. Principalmente depois de ler vááárias críticas sobre a entrevista da mãe da vítima, Ana Carolina Oliveira, no Fantástico.
Ela tem todo o direito de se manifestar e, por mais que a Globo seja poderosa, não me parece que ela foi obrigada a falar. Foi uma escolha dela e quanto a essa decisão, eu me abstenho de qualquer julgamento. Porém, não concordo com a exploração pública da dor. Apelação? Talvez. Algumas perguntas poderiam ter sido poupadas? Sim. E, deixando a hipocrisia de lado, a mídia está sim, de certa forma, tirando proveito da repercussão que esse caso está tendo.
Tudo isso consciente de que eu sou apenas uma aspirante a jornalista, tenho muito o que aprender ainda, mas tenho minhas opiniões. Precisava verbalizá-la.
Juliana dos Anjos.
Ela tem todo o direito de se manifestar e, por mais que a Globo seja poderosa, não me parece que ela foi obrigada a falar. Foi uma escolha dela e quanto a essa decisão, eu me abstenho de qualquer julgamento. Porém, não concordo com a exploração pública da dor. Apelação? Talvez. Algumas perguntas poderiam ter sido poupadas? Sim. E, deixando a hipocrisia de lado, a mídia está sim, de certa forma, tirando proveito da repercussão que esse caso está tendo.
Tudo isso consciente de que eu sou apenas uma aspirante a jornalista, tenho muito o que aprender ainda, mas tenho minhas opiniões. Precisava verbalizá-la.
Juliana dos Anjos.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Contra indicação!
A gente diz: ah, se arrependimento matasse! Certo. Só tem um problema: arrependimento mata. Arrependimento é um sentimento estressante. O stress libera no corpo uma substância chamada cortisol. Com o tempo, o cortisol adoece e mata, sim, senhor.
Além de assassino, o arrependimento é burro. É burro porque garante que a não-realização de um futuro hipotético é culpa nossa.
Exemplo: temos uma situação A e queremos uma situação B. Para isso, adotamos um comportamento X. Aí, dá tudo "errado". A situação A se transforma em uma situação C. E nós? Nós ficamos arrependidos.
- Se arrependimento matasse, eu estaria estatelado no chão - a gente diz.
Olha que bobagem! Quem garante que A seria B se seu comportamento fosse Y ou Z? Matematicamente falando: se A + X = C não quer dizer que A - X = B. Ou que A + Y = B. Ou que A + Z = B. Menino, A nem existe mais!
Então, onde já se viu chorar por um futuro hipotético? Futuro porque nunca existiu. E, além de inexistente, hipotético, ou seja, incerto. Já dizia a minha avó: quem não sabe o que perdeu não perdeu nunca.
Mas a gente chora. Chora ou não chora? Chora. Eu mesma andei chorando ultimamente. Ah, se arrependimento matasse!... A gente é viciado em culpa.
Quando isso acontece, tento colocar meu mantra em ação: fiz o que pude; faço o que posso; farei o que puder. O resto, infelizmente, está fora das minhas possibilidades. Completamente fora. Até porque pouca coisa depende apenas de mim.
Afinal de contas, quem é que faz merda de propósito? Eu, não! Só se for você! Eu faço o que posso. No máximo, eu erro tentando acertar. No limite, eu sou o que sou, e o resultado não é o desejado. Paciência!
Agora se o erro foi catastrófico, só me resta assumir as conseqüências. E tentar fazer melhor da próxima vez.
Porque sempre tem uma próxima vez.
(Philio Terzakis)
Além de assassino, o arrependimento é burro. É burro porque garante que a não-realização de um futuro hipotético é culpa nossa.
Exemplo: temos uma situação A e queremos uma situação B. Para isso, adotamos um comportamento X. Aí, dá tudo "errado". A situação A se transforma em uma situação C. E nós? Nós ficamos arrependidos.
- Se arrependimento matasse, eu estaria estatelado no chão - a gente diz.
Olha que bobagem! Quem garante que A seria B se seu comportamento fosse Y ou Z? Matematicamente falando: se A + X = C não quer dizer que A - X = B. Ou que A + Y = B. Ou que A + Z = B. Menino, A nem existe mais!
Então, onde já se viu chorar por um futuro hipotético? Futuro porque nunca existiu. E, além de inexistente, hipotético, ou seja, incerto. Já dizia a minha avó: quem não sabe o que perdeu não perdeu nunca.
Mas a gente chora. Chora ou não chora? Chora. Eu mesma andei chorando ultimamente. Ah, se arrependimento matasse!... A gente é viciado em culpa.
Quando isso acontece, tento colocar meu mantra em ação: fiz o que pude; faço o que posso; farei o que puder. O resto, infelizmente, está fora das minhas possibilidades. Completamente fora. Até porque pouca coisa depende apenas de mim.
Afinal de contas, quem é que faz merda de propósito? Eu, não! Só se for você! Eu faço o que posso. No máximo, eu erro tentando acertar. No limite, eu sou o que sou, e o resultado não é o desejado. Paciência!
Agora se o erro foi catastrófico, só me resta assumir as conseqüências. E tentar fazer melhor da próxima vez.
Porque sempre tem uma próxima vez.
(Philio Terzakis)
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