Slow down, you crazy child.
You're so ambitious for a juvenile.
But then if you're so smart,
Tell me why are you still so afraid?
Where's the fire? What's the hurry about?
You better cool it off before you burn it out.
You got so much to do and only so many hours in a day.
Don't you know that when the truth is told
That you can get what you want or you can just get old?
You're gonna kick off before you even get halfway through.
When will you realize Vienna waits for you?
Slow down, you're doing fine.
You can't be everything you wanna be before your time,
Although it's so romantic on the borderline tonight, tonight.
Too bad, but it's the life you lead.
You're so ahead of yourself that you forgot what you need.
Though you can see when you're wrong,
You know, you can't always see when you're right, you're right.
You've got your passion. You've got your pride,
But don't you know that only fools are satisfied?
Dream on, but don't imagine they'll all come true.
When will you realize Vienna waits for you?
Slow down, you crazy child.
Take the phone off the hook and disappear for a while.
It's all right you can afford to lose a day or two.
When will you realize Vienna waits for you?
(Billy Joel.)
Bela canção!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Sei lá...
Sobra tanta falta de paciência que me desespero
Sobram tantas meias-verdades que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer que nunca consigo...
(Teatro Mágico.)
Sobram tantas meias-verdades que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer que nunca consigo...
(Teatro Mágico.)
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Across the Universe.
Dear Prudence, won’t you come out to play.
Dear Prudence, greet the brand new day.
The sun is up, the sky is blue.
It’s beautiful and so are you.
Dear Prudence won’t you come out to play?
Dear Prudence, open up your eyes.
Dear Prudence, see the sunny skies.
The wind is low the birds will sing
That you are part of everything.
Dear Prudence, won’t you open up your eyes?
Look around round...
Dear Prudence, let me see you smile.
Dear Prudence, like a little child.
(The Beatles.)
Filme iradíssimo, vale a pena assistir!
Dear Prudence, greet the brand new day.
The sun is up, the sky is blue.
It’s beautiful and so are you.
Dear Prudence won’t you come out to play?
Dear Prudence, open up your eyes.
Dear Prudence, see the sunny skies.
The wind is low the birds will sing
That you are part of everything.
Dear Prudence, won’t you open up your eyes?
Look around round...
Dear Prudence, let me see you smile.
Dear Prudence, like a little child.
(The Beatles.)
Filme iradíssimo, vale a pena assistir!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
No ar que eu respiro...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
All right...?!
E aí eu me encontro numa tarde na qual eu não
faço a menor idéia de como vai ser minha vida
daqui pra frente, mas eu sei que vou saber...
Mais tarde, quando ligar o rádio, e ouvir ou não
meu nome lá. E o mais tarde não chega nunca.
Sensação mais estranha de todas... Que aconteça
o que tem que acontecer e pronto, em fim!
Eu precisava desabafar! :)
'Don't worry about a thing,
'Cause every little thing
is gonna be all right.'
faço a menor idéia de como vai ser minha vida
daqui pra frente, mas eu sei que vou saber...
Mais tarde, quando ligar o rádio, e ouvir ou não
meu nome lá. E o mais tarde não chega nunca.
Sensação mais estranha de todas... Que aconteça
o que tem que acontecer e pronto, em fim!
Eu precisava desabafar! :)
'Don't worry about a thing,
'Cause every little thing
is gonna be all right.'
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Passagem das horas.
Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei.
(...)
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero...
Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.
Não sei se sinto de mais ou de menos, não sei
Se me falta escrúpulo espiritual, ponto-de-apoio na inteligência
(...)
Porque, de tão interessante que é a todos os momentos,
A vida chega a doer, a enjoar, a cortar, a roçar, a ranger,
A dar vontade de dar gritos, de dar pulos, de ficar no chão, de sair
Para fora de todas as casas, de todas as lógicas e de todas as sacadas,
E ir ser selvagem para a morte entre árvores e esquecimentos,
Entre tombos, e perigos e ausência de amanhãs,
E tudo isto devia ser qualquer outra coisa mais parecida com o que eu penso,
Com o que eu penso ou sinto, que eu nem sei qual é, ó vida.
(...)
Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo,
Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo.
Eu quero ser sempre aquilo com quem simpatizo,
Eu torno-me sempre, mais tarde ou mais cedo,
Aquilo com quem simpatizo, seja uma pedra ou uma ânsia,
Seja uma flor ou uma idéia abstrata,
Seja uma multidão ou um modo de compreender Deus.
E eu simpatizo com tudo, vivo de tudo em tudo.
(...)
E por que é que as minhas sensações se revezam tão depressa?
Eu, enfim, que sou um diálogo continuo,
Um falar-alto incompreensível, alta-noite na torre,
Quando os sinos oscilam vagamente sem que mão lhes toque
E faz pena saber que há vida que viver amanhã.
Eu, enfim, literalmente eu,
E eu metaforicamente também.
(Fernando Pessoa.)
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei.
(...)
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero...
Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.
Não sei se sinto de mais ou de menos, não sei
Se me falta escrúpulo espiritual, ponto-de-apoio na inteligência
(...)
Porque, de tão interessante que é a todos os momentos,
A vida chega a doer, a enjoar, a cortar, a roçar, a ranger,
A dar vontade de dar gritos, de dar pulos, de ficar no chão, de sair
Para fora de todas as casas, de todas as lógicas e de todas as sacadas,
E ir ser selvagem para a morte entre árvores e esquecimentos,
Entre tombos, e perigos e ausência de amanhãs,
E tudo isto devia ser qualquer outra coisa mais parecida com o que eu penso,
Com o que eu penso ou sinto, que eu nem sei qual é, ó vida.
(...)
Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo,
Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo.
Eu quero ser sempre aquilo com quem simpatizo,
Eu torno-me sempre, mais tarde ou mais cedo,
Aquilo com quem simpatizo, seja uma pedra ou uma ânsia,
Seja uma flor ou uma idéia abstrata,
Seja uma multidão ou um modo de compreender Deus.
E eu simpatizo com tudo, vivo de tudo em tudo.
(...)
E por que é que as minhas sensações se revezam tão depressa?
Eu, enfim, que sou um diálogo continuo,
Um falar-alto incompreensível, alta-noite na torre,
Quando os sinos oscilam vagamente sem que mão lhes toque
E faz pena saber que há vida que viver amanhã.
Eu, enfim, literalmente eu,
E eu metaforicamente também.
(Fernando Pessoa.)
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Time may change me.
Still don't know what I was waiting for
And my time was running wild
A million dead-end streets and
Every time I thought I'd got it made
It seemed the taste was not so sweet
So I turned myself to face me...
Ch-ch-ch-ch-Changes
(Turn and face the strange)
Time may change me,
but I can't trace time.
(David Bowie.)
Meu hino...
And my time was running wild
A million dead-end streets and
Every time I thought I'd got it made
It seemed the taste was not so sweet
So I turned myself to face me...
Ch-ch-ch-ch-Changes
(Turn and face the strange)
Time may change me,
but I can't trace time.
(David Bowie.)
Meu hino...
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